Os membros bem juntos e atados à barra metálica com as correias de couro, em mais um castigo.
Desde o dia 24 de Agosto de 2007 passei a viver uma relação 24/7 com aquele que se tornou o Dono de mim, o Senhor |METATRON|. Fui iniciada verdadeiramente por ELE, e tenho certeza de que é exatamente o que sempre busquei. E com a permissão DELE senti-me estimulada a criar este blog. Não sou muito de escrever e sim de mostrar. Assim, esperem bem mais imagens do que palavras.
terça-feira, 31 de março de 2009
segunda-feira, 30 de março de 2009
ARAME.
Amarrada com arame.
Pulsos atados às costas.
Todo o corpo envolto pelo fio metálico.
O tempo passando e a tensão sobre a pele crescendo.
O arame cada vez mais se enterrando por mais que me mantivesse imóvel.
A sensação de sempre: sou um objeto manipulável pelo DONO.
Os seios: alvo contínuo dos martírios que ELE me proporciona.
A dor da tortura e o prazer de vê-LO realizado.
É para isso que sirvo. Para oferecer-LHE o corpo e a mente, torná-lo feliz satisfazendo o SEU sadismo, e receber como recompensa a permanente certeza de estar conseguindo, aos poucos, ser transformada naquilo que ELE deseja: uma escrava completamente disponível e disposta a tudo o que me for imposto, sem qualquer questionamento, sem nenhuma outra vontade que não seja a DELE.
domingo, 29 de março de 2009
sábado, 28 de março de 2009
CASTIGO NA COLUNA.
Aprisionada, como sempre.
Pés, pulsos, seios e pescoço acorrentados à coluna.
De novo uma estátua inerte para o DONO de mim.
As correntes fixando-me à pilastra.
E os mamilos torturados mais uma vez.
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sexta-feira, 27 de março de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
NO AR.
Suspensa mais uma vez.
Vestida com um bodysuit transparente que o SENHOR de mim gosta.
Extremamente esticada.
As pulseiras específicas para essa prática espremendo-me os pulsos.
As pernas bem abertas como ELE sempre deseja.
Três correntes para cada pulso prendendo-me aos ganchos do teto.
A dor aumentando e, aos poucos, minando-me a resistência.
Mas apesar da situação torturante, eu sabia que seria recompensador cumprir todo o tempo determinado por ELE.
Mesmo assim o desespero vinha em alguns momentos levando-me a chorar.
Depois de uns 15 minutos suspensa a sensação de estar flutuando no ar junto com as dormências nos membros produziam algumas ondas de prazer que passeavam pelo corpo.
E eu me larguei, entregue, desistindo de lutar contra a gravidade.
Os movimentos cessaram, os músculos relaxaram.
E ali fiquei: semi-consciente, estática, porém preenchida por um êxtase estranho que superou todo o sofrimento inicial...
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