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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

SESSÃO NO RIO DE JANEIRO



Na casa da nossa queridíssima amiga Wendy, que nos hospedou generosamente, fui acorrentada aos ganchos do teto no meio da sala.


Nossos amigos cariocas chegaram, pediram pizzas por telefone, e decidiram que o rapaz da entrega iria pegar o dinheiro diretamente comigo. Morri de medo e vergonha!


Tudo não passou de uma brincadeira, mas durante pelo menos uns 15 minutos acreditei que realmente iria passar por essa situação assustadoramente constrangedora.


Após esse susto inicial, o DONO pôs em mim os pesinhos nos mamilos e na vagina, abriu e esticou-me as pernas.


Em seguida começou o spanking. Primeiro com o chicote de fios de aço.


Depois com a pequena cane que ELE sempre leva em viagens, e por fim veio a palmatória com as pontas de aço.


E foi nisso que resultou todo o divertimento do SENHOR de mim.


Terminada a sessão, sorria feliz por mais uma vez ter proporcionado a ELE momentos de prazer e contentamento!

sábado, 3 de dezembro de 2011

IV ENCONTRO BDSM DO CERRADO ( 12 )













No início da penúltima tarde do encontro, o DONO de mim acorrentou-me para mais uma sessão de spanking e reavivar as marcas que aconteceram na primeira noite.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

PUNIÇÃO.



O SENHOR que me tem sabe que a prática mais difícil de suportar para esta escrava é o spanking.



Mas era necessário que eu fosse punida por não ter conseguido cumprir direito o último castigo realizado antes.



Esta foi a regra que aceitei desde o início de tudo.



Também sempre ficou claro que a punição por uma falha teria que ser severa.



Desse modo, como de outras vezes, eu deveria ser submetida a algo que me causasse um sofrimento bem maior que os castigos rotineiros.



Foi então que ELE finalmente usou este instrumento repleto de pontinhas afiadas pela primeira vez.



E assim aconteceu.



Com os tornozelos e pulsos imobilizados pelos grilhões.



Aprisionada ao gancho da parede.



Esticada.



Nas pontas dos pés por mais de uma hora.



Recebendo golpes a intervalos variados.



Longos ou curtos conforme a vontade do DONO de mim.



Às vezes já estava quase relaxada quando de repente sentia mais uma pancada.



Aos poucos foram surgindo os sangramentos.



Deixando as nádegas cobertas de pontos vermelhos.



Esse foi o resultado final de toda a sessão.



E, apesar das lágrimas, senti-me feliz novamente por ter compensado o DONO de mim pelo fracasso ocorrido anteriormente, deixando-o satisfeito por não ter, em nenhum momento, implorado por SUA clemência.

quinta-feira, 3 de março de 2011

SURRADA.













Pois é, nem foi necessário ser explicitamente comunicada pelo DONO de mim. Ficou bem evidente que nesta nova fase as surras serão mais fortes, mais longas e mais frequentes. Pois a partir de agora ELE quer ver, diariamente, no corpo que LHE pertence, sempre alguma marca ou hematoma.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

III ENCONTRO BDSM DO CERRADO - DE 9 A 12/10/2010: AINDA NA SEGUNDA-FEIRA PELA MANHÃ, A FINALIZAÇÃO DO CASTIGO

















Após mais alguns longos minutos de espera, quando os pulsos já estavam bastante dormentes e as dores pelo corpo quase insuportáveis, o DONO de mim permitiu-me que voltasse a enxergar para que eu observasse o modo como ELE ia retirar os prendedores: com o chicote. Algo que nunca havia acontecido antes. E assim foi adiante, golpeando-me sucessivas e torturantes vezes, até que boa parte deles cairam no chão enquanto eu chorava copiosamente.











E depois que o último deles se foi, restaram as belas marcas das mordidas na pele.