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quinta-feira, 4 de março de 2010

NO "X" MAIS UMA VEZ.



























Novamente bem esticada e com os mamilos e coxas torturados pelos prendedores e cilícios.

domingo, 25 de outubro de 2009

MAIS TORTURAS.



Os novos instrumentos de suplício que o DONO de mim idealizou e encomendou sob medida para intensificar os castigos que preciso receber rotineiramente.



ELE se inspirou nos cilicios usados no passado por uma certa ordem de religiosos como forma de auto-penitência.



São duas argolas em aço com pontas internas que pressionam continuamente toda a circunferência das coxas.



Elas ficam bem justas e o incômodo aumenta progressivamente com o passar do tempo.



Dentro dos parâmetros do BDSM as pontas não são afiadas, pois o objetivo não é ferir e sim acentuar o treinamento de resistência à dor.



Porém o SENHOR de mim sempre quer mais e acrescentou as garras não só nas coxas mas também sobre a vagina.



E como era esperado, o desconforto aumentou.



A sensação era de que a pele poderia se rasgar a qualquer momento.



A fixação foi feita através de uma corrente que contornava toda a cintura, fechada com cadeado na frente.



E é claro que não poderiam faltar os costumeiros martírios nos mamilos.



As pernas e os braços esticados pelas correntes sempre pioram a situação.



Mas dessa vez até que serviram como aliados.



Porque a imobilidade era extremamente necessária para não agravar ainda mais toda a cena.



Não me canso de repetir e o farei eternamente: sou escrava. E muito feliz por isso.



O propósito dessa existência é servir ÀQUELE que me tem até quando ELE me quiser.



E guardo comigo uma certeza tranquila de que a servidão que LHE ofereço será capaz de satisfazê-lo em SEUS desejos sádicos indefinidamente.



Estarei sempre pronta a dizer "sim" a todas as SUAS propostas para torturar-me das formas que bem desejar. E estou segura de que nunca acontecerá nada que venha a me machucar permanentemente.



E ao término de cada sessão exibirei as marcas que ficaram.



Com o orgulho e a dignidade de uma escrava de verdade.



Com a alegria do dever cumprido.



Com ansiedade da espera pelo que virá no dia seguinte.



Com a disposição de me tornar cada vez melhor.



E continuar seguindo o caminho libertador da escravidão, que me foi mostrado pelo SENHOR |METATRON|, o PROPRIETÁRIO eterno deste corpo e desta alma.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

TORTURAS NA SEXTA-FEIRA SANTA.



Durante a semana santa passada o DONO de mim levou-me a uma praia do litoral norte de Pernambuco.



E lá ficamos hospedados em uma pousada que oferecia espaço e condições para que os castigos diários que mereço não se interrompessem.



E foi assim que aconteceu essa sessão na sexta-feira quando fui aprisionada à escadaria que levava ao andar superior do quarto.



Os membros superiores esticados para cima e o afastador separando-me as pernas.



Os braços juntos presos pelas pulseiras.



As garras das coxas e do pescoço pressionadas de encontro à pele pelas correntes que as ligavam.



Desconforto e dor crescentes.



Quando tentava aliviar um pouco o pescoço as coxas sofriam. E quando pensava em descansar as coxas o enforcamento aumentava em cima.



Para dificultar mais ainda os pesos pendiam dos prendedores que mordiam dolorosamente os mamilos.



Mas apesar de tudo, estava muito excitada, como pode ser visto pelo muco que descia da xana.



As garras penetrando continuamente na pele, os seios cada vez mais machucados, e a transpiração intensa escorrendo pelo corpo.



Lágrimas começaram a verter. Grande erro: elas satisfazem e alimentam o desejo do SENHOR de mim, estimulando-o a torturar-me mais.



E por isso recebi um aperto maior no pescoço.



E também nas coxas.



A sensação era que a qualquer momento as garras de aço romperiam a pele.



Mas é claro que isso não ocorreu nem AQUELE que me tem permitiria isso.



ELE sempre diz algo que verdadeiramente cumpre: "EU nunca quebro MEU brinquedo, senão posso ficar sem ter com o que brincar depois"



ELE apenas machuca o suficiente e necessário, aquilo que sabe ser suportável por esse objeto que LHE pertence.



Depois que me controlei e parei com o choro, após os 60 minutos rotineiros do castigo diário, veio o alívio.



As garras rombudas começaram a ser retiradas.



E no seu lugar ficaram as belas marcas.



Lembranças de mais uma etapa do adestramento que me conduz progressivamente no caminho para aperfeiçoar-me e tornar-me o animal de judiação que ele pretende de mim.



Uma escrava que acumula marcas, dores e restrições, que a realizam e a enchem de felicidade.