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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

VELAS






Com os pulsos presos aos tornozelos e os pingos quentes caindo sobre as costas e nádegas.

domingo, 11 de novembro de 2012

A SEGUNDA PARTE DA APRESENTAÇÃO NO HALLOWEEN



Agora acorrentada de frente para nossos amigos, o DONO de mim aplicou os prendedores na vagina e os pesos lá e também nos piercings dos mamilos.



                    Depois fez-me ter um intenso momento de prazer, usando o vibrador.


                                                      Em seguida usou uma vela.


                          E por fim chamou alguns dos presentes para limpar os pingos do corpo.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

VELAS NEGRAS.





















































Mais que um simples castigo, essa foi uma longa prova de resistência. No dia 24 passado completei 3 anos e 6 meses nas mãos do DONO de mim. Não sei se foi mera coincidência mas já é costume DELE, a cada período que não sei especificar, submeter-me a condições progressivamente extremas para qualificar-me como uma escrava cada vez mais evoluída(creio que o termo é este). Nessas situações sempre me são expostas todas as etapas da sessão que se realizará e me é oferecida a opção de aceitar ou não o teste. Então era do meu conhecimento que seria uma sessão com uma duração indeterminada, cessando apenas quando ELE assim o quisesse, que eu estaria imobilizada o tempo todo, que não seria privada da visão nem amordaçada(pois ELE queria ver e ouvir o sofrimento que eu exibiria), desde que eu me comportasse não produzindo sons excessivamente altos, e que, como ocorre rotineiramente, não haveria palavra de segurança nem as possíveis súplicas seriam consideradas. A única coisa que não me foi permitido saber era qual prática iria ser imposta. E mais uma vez aceitei tudo sem qualquer hesitação.

ELE sabe bem o terror que me invade quando estou diante de coisas que envolvam fogo. E então, durante quase duas horas, recebi pingos quentíssimos nas costas, nádegas e coxas, tentando gemer baixinho, sob a ameaça de receber a mordaça-plug(que preenche todo o interior da boca e que também é uma outra coisa que me aterroriza pela angústia que provoca) caso elevasse o tom da voz, vertendo as lágrimas tão desejadas pelo SENHOR de mim, e assim satisfazendo-O.

Não sei qual grau atingi, como escrava, na escala criada por AQUELE que me tem. O que sei é que subi mais um nível e que daqui por diante, como em todas as outras vezes, não poderei retroceder. As únicas opções que me cabem são: aceitar incondicionalmente as novas regras que advirão ou abdicar da escravidão. Desistir nunca foi uma alternativa que tivesse sido considerada por mim anteriormente. E não será agora.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

VELAS NOVAMENTE.





















Depois de estar no chão e esticada pela correntes, o DONO de mim tentou, sem muito sucesso, escrever com pingos de velas coloridas o nome com o qual me batizou, nas costas e coxas.

terça-feira, 22 de junho de 2010

PINGOS COLORIDOS.























Esticada pelas correntes e recebendo a cera quente das velas sobre o corpo.