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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

UMA DAS PRIMEIRAS MUMIFICAÇÕES A QUE FUI SUBMETIDA














Acorrentada na cadeira, envolta pelo filme plástico, com o plug inflável preenchendo-me desconfortavelmente, e recebendo alguns choquinhos no clitóris de vez em quando. Além disso, periodicamente o DONO deixava-me sem ar, iniciando um treinamento de controle da respiração. Não tive muita noção do tempo em que estive assim, mas ELE disse-me que foi mais de uma hora. Há 5 anos atrás.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

MAIS UMA MUMIFICAÇÃO










Completamente envolta pelo saco plástico e amarrada com as cordas de sisal. O ar lá dentro só foi suficiente para 15 minutos, que foi quando o DONO de mim abriu a parte que me cobria o rosto, para que eu pudesse respirar melhor.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

TREINAMENTO NA BANHEIRA







Acorrentada às bordas da banheira, tinha que me manter com a cabeça erguida enquanto a água subia e alcançava-me o rosto. Quando o nível chegou ao ponto desejado pelo DONO de mim, ELE fechou a torneira. Permaneci lá, com a boca e o nariz para fora enquanto aguentava, e em seguida inspirava profundamente e submergia para descansar os músculos do pescoço durante alguns segundos. Isso se repetiu várias vezes durante aproximadamente 30 minutos. Até que AQUELE que me tem percebeu a exaustão que se apoderava de mim e libertou-me, feliz, por mais uma vez ver-me satisfazê-LO.

terça-feira, 17 de maio de 2011

MAIS UMA MUMIFICAÇÃO.















Aprisionada pelos grilhões, envolta pelo saco plástico, transpirando muito e respirando devagar para poupar o ar e conseguir concluir o tempo do castigo, o que infelizmente não aconteceu. O DONO de mim, ao ver-me ofegante e debatendo-me, encerrou a sessão após pouco mais de 30 minutos. E de acordo com o que já está determinado entre nós, quando falho em alguma prática uma outra punição, mais severa ainda, acontece mais adiante.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

NOVAMENTE QUASE SEM AR.



































Acorrentada, vendada e amordaçada, mais uma vez sendo submetida ao saco plástico fechado sobre a cabeça, que sempre me amedronta demais. E, como de hábito, só tomei conhecimento do que o SENHOR de mim pretendia fazer depois de já estar presa, em silêncio e privada da visão.

Inspirando e expirando bem pausadamente a quantidade de ar lá dentro dá para uns cinco minutos. É sempre essa disciplina no controle da respiração que o DONO exige de mim. E assim se passou pouco mais de uma hora, intercalando 8 períodos de 5 minutos de quase asfixia com outros 8 de 3 minutos com o rosto liberto.