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sábado, 13 de outubro de 2012

ALGUNS TONS DE CINZA E APENAS UM POUCO DE COR...







Acorrentada às barras de ferro, com os braços em strappado, as pernas forçadas a abrir-se, em pé sobre os saltos desconfortavelmente altos, e semi-enforcada. Mais uma hora e meia em um castigo duro, para o prazer do DONO de mim.

domingo, 28 de agosto de 2011

QUASE ENFORCADA










Mais uma vez satisfazendo o DONO de mim em um castigo um pouco mais difícil, mantendo-me imóvel na medida do possível, controlando a respiração com certa dificuldade, e, em alguns momentos, tentando permanecer nas pontas dos pés, para evitar que as cordas apertassem ainda mais o pescoço. Novamente a agonia que exibi nos últimos momentos encheu de prazer o SENHOR de mim. E novamente fui preenchida por uma extrema felicidade por poder proporcionar-lhe aquilo que ELE espera de mim.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

EMPACOTADA.





















Mais um castigo que o DONO de mim criou para me castigar e adestrar, mumificando-me com um rolo de papelão.

terça-feira, 22 de março de 2011

IMOBILIDADE E DOR.





























Há ocasiões em que o DONO de mim precisa liberar todo o stress acumulado em um dia de trabalho. O melhor remédio para aliviar-se nesses momentos é a intensificação do SEU Sadismo. Eu me orgulho de ser o instrumento que ELE tem para servi-LO e acalmá-lo quando mais precisa.

Foi assim nesse dia. Braços acorrentados atrás da barra, pulsos presos na frente, com ganchos e elásticos puxando dolorosamente os prendedores nos mamilos, as pernas abertas e presas nas laterais do suporte, e o pescoço semi-enforcado pela coleira. E o ingrediente fundamental: o olhar DELE, sentado placidamente diante da vítima torturada, observando a progressão do sofrimento, a impossibilidade de realizar movimentos sob pena de agravar a dor, a agonia modificando a expressão facial, a respiração cada vez mais ofegante pelo aperto na garganta, o desespero aumentando e as lágrimas escorrerendo.

Até que SEU rosto, antes tenso ao chegar em casa, passasse paulatinamente a exibir um reconfortante sorriso. E apesar de toda a dor e desconforto do corpo, aquela alegria também me invadiu. Esta é sempre a maior recompensa para uma escrava: saber-se útil ÀQUELE que a tem.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

VESTIDA DE MATUTA.



















Ontem à noite, no castigo diário, antes de irmos a uma das festas juninas da nossa cidade.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

DE VOLTA À JAULA.





















E totalmente imóvel, com os membros, pescoço e cabeça fixados às barras pelos lacres.