Mostrando postagens com marcador garras. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador garras. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

ÚLTIMO CASTIGO DE 2009





































Acorrentada, vendada, esticada, pernas separadas, com os mamilos puxados pelas correntes, e sobre o cavalete, que pressionava as garras de aço contra a vagina.

domingo, 25 de outubro de 2009

MAIS TORTURAS.



Os novos instrumentos de suplício que o DONO de mim idealizou e encomendou sob medida para intensificar os castigos que preciso receber rotineiramente.



ELE se inspirou nos cilicios usados no passado por uma certa ordem de religiosos como forma de auto-penitência.



São duas argolas em aço com pontas internas que pressionam continuamente toda a circunferência das coxas.



Elas ficam bem justas e o incômodo aumenta progressivamente com o passar do tempo.



Dentro dos parâmetros do BDSM as pontas não são afiadas, pois o objetivo não é ferir e sim acentuar o treinamento de resistência à dor.



Porém o SENHOR de mim sempre quer mais e acrescentou as garras não só nas coxas mas também sobre a vagina.



E como era esperado, o desconforto aumentou.



A sensação era de que a pele poderia se rasgar a qualquer momento.



A fixação foi feita através de uma corrente que contornava toda a cintura, fechada com cadeado na frente.



E é claro que não poderiam faltar os costumeiros martírios nos mamilos.



As pernas e os braços esticados pelas correntes sempre pioram a situação.



Mas dessa vez até que serviram como aliados.



Porque a imobilidade era extremamente necessária para não agravar ainda mais toda a cena.



Não me canso de repetir e o farei eternamente: sou escrava. E muito feliz por isso.



O propósito dessa existência é servir ÀQUELE que me tem até quando ELE me quiser.



E guardo comigo uma certeza tranquila de que a servidão que LHE ofereço será capaz de satisfazê-lo em SEUS desejos sádicos indefinidamente.



Estarei sempre pronta a dizer "sim" a todas as SUAS propostas para torturar-me das formas que bem desejar. E estou segura de que nunca acontecerá nada que venha a me machucar permanentemente.



E ao término de cada sessão exibirei as marcas que ficaram.



Com o orgulho e a dignidade de uma escrava de verdade.



Com a alegria do dever cumprido.



Com ansiedade da espera pelo que virá no dia seguinte.



Com a disposição de me tornar cada vez melhor.



E continuar seguindo o caminho libertador da escravidão, que me foi mostrado pelo SENHOR |METATRON|, o PROPRIETÁRIO eterno deste corpo e desta alma.