segunda-feira, 22 de novembro de 2010

PEDRINHAS AZUIS.





Semi-enforcada.







Ajoelhada sobre elas.





Sentindo-as penetrando na pele.



Algemada com as mãos às costas.



Qualquer pequena tentativa de movimentar-me piorava muito a dor.







Depois de mais de meia hora, ao ser liberta, algumas delas ainda permaneciam coladas nos joelhos.











E após serem totalmente retiradas, as marcas profundas, os pequenos cortes e algumas gotas de sangue, para o prazer do DONO de mim.

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